Portfólio de IA & Inovação Arquitet.AI
03 · O que vem depois
De catálogo de produtos a ambientes personalizados.
Uma aplicação de IA que transforma um catálogo de produtos em ambientes personalizados. Eu a fiz para o vendedor no chão de loja, não para o cliente em casa.
- Papel
- Gestão do conceito e do protótipo
- Organização
- Capgemini · Applied Innovation Exchange
- Cliente
- Varejista global de casa e construção
- Foco
- Experiência com IA · Jornada de varejo
01 O trabalho
Gerenciei a criação de uma aplicação de IA que gera ambientes personalizados usando os produtos que a varejista tem no sortimento.
Ela foi feita para o vendedor na loja, não para o cliente em casa. O cliente descreve o que quer, o assistente faz as três perguntas que de fato determinam a resposta, que são qual cômodo, qual estilo e qual faixa de investimento, e então gera uma imagem realista do ambiente com produtos reais dentro dele.
Cada cena gerada carrega uma lista de produtos com SKUs reais e preços de referência, versionada para que o pedido do próprio cliente e a sugestão da IA possam ser comparados lado a lado. O vendedor pede mudanças na mesma conversa e depois compartilha a lista pronta em PDF, link ou e-mail.
A pergunta de design em IA no varejo raramente é se um modelo consegue gerar um ambiente convincente. É se aquilo que o cliente vê pode de fato ser comprado, entregue e instalado, o que faz do sortimento, e não do modelo, a restrição que importa.
O que ela deliberadamente não faz
A aplicação não mede o ambiente, então nunca afirma quanto de cada produto um projeto precisa. Esse julgamento fica com o vendedor, que tem a trena e a conversa. Traçar essa linha é o que mantém a ferramenta confiável na frente do cliente.
- Experiência com IA
- Jornada do cliente
- Varejo
- Direção de conceito e protótipo
- Recomendação de produtos
02 Como eu conduzi
Decidi quem estaria com o celular na mão.
O caminho óbvio é um app de consumidor, em que o próprio cliente desenha o ambiente. Fui no caminho contrário, e quase toda decisão seguinte vem dessa.
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Desenhei para o vendedor, não para o cliente
A ferramenta fica com quem está no chão de loja e já está numa conversa. É ali que está o conhecimento de produto, é ali que a objeção é respondida, e é ali que a venda fecha.
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Fixei o briefing em três perguntas
Qual cômodo, qual estilo, qual faixa de investimento. Perguntando mais, a ferramenta começa a parecer formulário. Perguntando menos, o resultado sai genérico. Fizemos o briefing conversacional para o vendedor fazer essas três sem soar como digitação de dados.
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Exigi que toda cena gerada trouxesse uma lista de produtos real
Gerar imagem é fácil. Imagem ligada a SKUs reais e preços de referência é a versão com a qual um varejista consegue vender. Sem a lista, é moodboard com logo.
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Pedi versionamento para as duas propostas ficarem lado a lado
O pedido do próprio cliente e a sugestão do assistente ficam juntos, porque a conversa que fecha a venda costuma ser sobre a diferença entre o que a pessoa pediu e o que ela viu.
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Tracei uma linha que a ferramenta não cruza
Ela não mede o ambiente, então nunca diz quanto de um produto o projeto exige. Esse julgamento fica com quem está com a trena na mão. Traçar essa linha é o que mantém a ferramenta confiável na frente de um cliente pagante.
A última é a que mais importa. Uma ferramenta que erra a quantidade com toda a segurança do mundo, na frente de um cliente pagante, custa mais confiança do que a funcionalidade inteira valia.